Essa pode ser a frase mais reveladora do documento de @netanyahu – e de sua tentativa mais ampla de reescrever a história da política de Israel em Gaza e Hamas. O jornal é construído a partir de dezenas de citações de reuniões de gabinete – declarações dele, de ministros e de oficiais das Forças de Defesa de Israel (IDF/inteligência) – cuidadosamente selecionadas para apoiar sua narrativa. Aqui está o problema: essas reuniões são confidenciais. Os históricos escolares são ultrassecretos. E, em vez de desclassificar essas informações ou permitir que o público veja o registro completo, Netanyahu simplesmente escreve que aprovou a divulgação das citações que escolheu citar. Divulgar toda a transcrição para escrutínio público seria uma coisa. Selecionar as citações convenientes que absolvem a própria pessoa que estava no comando – e que carrega responsabilidade pelo que aconteceu – é outra coisa – revisionismo.