Teoria da Conspiração: Plano Operacional para a Mudança de Regime no Irã O USS Ford está ancorando em Israel em 27 de fevereiro para a visita do Rubio em 28 de fevereiro. Chegada com o USS Lincoln aproximadamente em 10 de março. FASE 2 COMEÇA: Ataques furtivos em um céu sem lua. Dias 1–5/7 (18–23/25 de mar): Supressão intensiva das defesas aéreas inimigas (SEAD/DEAD) + ondas iniciais contra alvos de alta prioridade. Dias 6–14 (24 de março a 1º de abril): Superioridade aérea completa. Greves subsequentes a prédios-chave e facilitadores da repressão. Isso inclui: centros de comando do IRGC, instalações Basij, nós de comunicação, depósitos de combustível/logística que apoiam prisões/repressão em massa e locais relacionados a mísseis. Os ataques aéreos terminam à medida que a estrutura de comando e controle é destruída. Duração total da guerra cinética: 10–18 dias INÍCIO DAS OPERAÇÕES PSICOLÓGICAS: O controle da liderança iraniana sobre a população é temporariamente suprimido. Drops Starlink desbloqueados aparecem nas ruas de Teerã. ALTO RISCO de ataques cibernéticos retaliatórios. Isso é seguido de perto por operações psicológicas coordenadas pela CIA e Mossad incentivando o povo iraniano: "Agora é sua chance de retomar seu país." Apenas 3,5% da rebelião populacional é suficiente para derrubar uma nação. O povo iraniano é incentivado a fechar sua economia e protestar nas ruas por meio de propaganda cuidadosamente orquestrada. FASE 3: Os protestos são monitorados de perto. Se o regime começar a retomar o controle, ataques extensos da FASE 3 começam a destruir alvos mais localizados do regime, incluindo instalações de exportação de petróleo. Ataques cibernéticos já são prováveis a essa altura. Isso só resulta em mudança de regime.