Os airdrops eram antes uma onda repentina de generosidade seguida de um longo e doloroso período. Após o Arb OP, lembre-se que houve um silêncio de mais de um ano até aparecer o W, Starknet e outros, e então foi um ciclo de um morrendo e outro surgindo, levando mais de meio ano até que o Hype aparecesse, e depois surgiu o Aster. A lógica básica deste setor tem três pontos: o primeiro é que, a partir de 2021, o forte controle da SEC impediu que as pessoas vendessem moedas através de pré-vendas, mas a partir do meio do ano passado, a flexibilização da regulamentação e a diversificação das ferramentas permitiram que um grupo de projetos que precisavam de financiamento optasse por vender moedas através de ICOs ou plataformas de novas ofertas. O segundo ponto é que, anteriormente, os grandes airdrops provinham principalmente do alto valor de mercado dos projetos e não de uma alta porcentagem. A liquidez do mercado pode sustentar projetos de vários bilhões, o que naturalmente resulta em um maior retorno para usuários individuais, e até mesmo os projetos de blockchain podem realizar múltiplos airdrops direcionados ao ecossistema. No entanto, agora, com a liquidez cada vez mais escassa, projetos que mal conseguem manter centenas de milhões têm dificuldade em oferecer bons resultados. O terceiro ponto é a questão do poder de negociação das exchanges, que já foi discutida várias vezes e não será repetida aqui. Olhando para o futuro, com o colapso do sistema de valor de mercado das altcoins, a lógica dos airdrops se tornará cada vez mais fraca, e a maioria dos projetos também adotará outras abordagens para arrecadar fundos e distribuir tokens iniciais.